A Peste Negra foi uma das maiores tragédias da história da humanidade.
Ela ocorreu no século XIV e devastou a Europa entre 1347 e 1351.
A doença era causada pela bactéria Yersinia pestis, transmitida principalmente por pulgas que viviam em ratos.
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| O médico da peste se tornou símbolo da peste negra |
Acredita-se que a peste tenha surgido na Ásia Central e se espalhado pelas rotas comerciais.
Navios vindos do Oriente levaram a doença até o Mediterrâneo.
Um dos primeiros grandes focos europeus ocorreu em 1347, no porto de Messina, na ilha da Sicília.
Rapidamente, a epidemia se espalhou por cidades como Gênova, Veneza e Florença.
Em poucos anos, alcançou França, Inglaterra, Espanha e o Sacro Império Romano-Germânico.
Os sintomas eram terríveis: febre alta, dores intensas e inchaços escuros na pele chamados bubões.
Muitas vítimas morriam em poucos dias.
Estima-se que entre 25 e 50 milhões de pessoas tenham morrido na Europa, cerca de um terço da população da época.
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| Médico da peste |
O impacto social foi enorme.
Houve falta de trabalhadores no campo e nas cidades.
A economia entrou em crise, e muitos camponeses passaram a exigir melhores condições de trabalho.
A Igreja teve sua autoridade questionada, pois não conseguia explicar nem conter a doença.
Também houve perseguições, especialmente contra comunidades judaicas, injustamente acusadas de espalhar a peste.
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| Médico da peste |
Apesar da devastação, a Peste Negra provocou mudanças profundas.
Contribuiu para transformações econômicas e sociais que ajudaram a enfraquecer o sistema feudal.
Alguns historiadores apontam que essas mudanças abriram caminho para o Renascimento.
A Peste Negra permanece como um marco sombrio da Idade Média.
Ela mostra como epidemias podem transformar profundamente a sociedade humana.



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