quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Daveigh Chase, a macabra Samara Morgan de O Chamado

Daveigh Chase é uma atriz americana, famosa por ter interpretado a tenebrosa e macabra Samara Morgan no filme O Chamado, de 2002. Quando interpretou Samara Morgan, Daveigh Chase tinha apenas 12 anos. Ela nasceu em 24 de julho de 1990, em Las Vegas, no estado de Nevada.

Daveigh Chase, a Samara Morgan de O Chamado,
 quem diria que a Samara fosse tão linda, né?
A macabra Samara Morgan, personagem interpretada por Daveigh Chase em O Chamado

Ela também é quem dá a voz original da famosa personagem de desenho animado Lilo, de Lilo & Stitch. Ela também é cantora. Além de O Chamado outro filme em que atuou foi em Beethoven 5.

Daveigh Chase

Mas ela tem se envolvido em confusão nos últimos tempos, em fevereiro de 2017 ela deixou um rapaz morto por overdose na porta de um hospital em Los Angeles e fugiu. Depois, ainda em 2017, foi presa após ser flagrada em um carro roubado com um amigo, teve fiança estipulada em U$$ 25 mil dólares.

A pequena Samara Morgan(Daveigh Chase), em O Chamado
Daveigh Chase tem se envolvido em confusão envolvendo a polícia

E os casos envolvendo a polícia não pararam por aí, já em agosto de 2018 ela foi presa novamente, dessa vez por apenas 2 horas, por estar com posse de uma droga controlada, ela foi liberada após pagar fiança de U$$ 1 mil dólares.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Jovem morre na Austrália 8 anos depois de comer lesma e ter o corpo paralisado

O ex-jogador de rúgbi Sam Ballard, de 28 anos, morreu na sexta-feira (2) vítima de um verme que contraiu há oito anos após comer uma lesma durante uma aposta com amigos em Sidney, na Austrália. Uma doença causada pelo parasita deixou quase todo o corpo do jovem paralisado durante esse tempo.

Sam Ballard, após comer uma lesma contraiu doença que o deixou paralisado e acabou o matando

De acordo com depoimentos dados à imprensa australiana, Ballard bebia vinho em um encontro com os amigos quando o grupo percebeu uma lesma passar pelo chão do terraço onde estavam. Provocado pelos companheiros, o jovem, à época com 19 anos, engoliu o animal vivo.

Somente dias depois, Ballard começou a se sentir mal. Primeiro, dores nas pernas. Ele e a família, então, procuraram um médico – suspeitava-se de esclerose múltipla, doença que acometeu o pai do rapaz.

Mas diagnóstico mostrou que Ballard contraiu meningite eosinofílica, uma das doenças causadas pelo verme Angiostrongylus cantonensis. Lesmas e caramujos são hospedeiros naturais desse parasita, que, muitas vezes, é contraído após esses moluscos consumirem fezes de rato.

A maioria dos casos não evolui para complicações. Em Ballard, porém, a doença o deixou em coma por 420 dias. Quando acordou, todo o corpo estava paralisado.

A história ganhou páginas de jornais australianos e espaço em programas de TV do país, mostrando os cuidados da mãe, Katie, com o jovem paralisado. Ballard perdoou os amigos que o provocaram a engolir a lesma, e eles continuaram a fazer parte do dia-a-dia do ex-jorgador de rúgbi.

Segundo relato da jornalista Lisa Wilkinson, apresentadora de um programa de televisão que retratou a vida de Ballard, o rapaz passou os últimos dias de vida cercado pelos amigos e da mãe.

Fonte: G1

Será? Cientistas dizem que objeto interestelar pode ter sido enviado à Terra por alienígenas

Cientistas do Centro de Astrofísica de Harvard acreditam que o asteroide ‘Oumuamua’, objeto interestelar descoberto no ano passado no Havaí, pode ter sido enviado à Terra por alienígenas. Eles levantaram a hipótese em artigo publicado na quinta-feira (1), quando tentavam explicar a aceleração do objeto.

Os astrofísicos admitiram a possibilidade de que a rota do Oumuamua tenha sido direcionada, e não aleatória. “Pode ser uma sonda totalmente operacional enviada intencionalmente para as proximidades da Terra por uma civilização alienígena”, dizem.

O asteroide ‘Oumuamua’ pode ser uma nave alienígena, segundo cientistas

A possibilidade da sonda direcionada por extraterrestres explica uma discrepância na frequência com que o objeto é visto, explica Renato Vicente, físico e vice-presidente do Instituto Principia, em São Paulo.

“O fato de a gente ter visto o objeto significa que a produção deles é muito mais frequente do que a gente achava que era. Ao longo do período de tempo que estamos observando, que é curto, a produção deveria ser, no mínimo, 100 vezes maior para conseguirmos ver um. Isso pode significar três coisas: a primeira é que a teoria de produção deles que nós usamos, baseada no nosso sistema solar, está errada. A segunda é que demos muita sorte de ver um. A terceira possibilidade é que é um objeto artificial, produzido por alienígenas, o que é compatível”, diz.

Vicente faz, no entanto, algumas ressalvas. “A explicação do objeto artificial parece fácil, mas não é. Envolve uma história anterior. Para ter uma civilização capaz disso, é preciso assumir que existe essa evolução numa sociedade, com a capacidade de fazer viagens interestelares. E a gente tenta assumir a menor quantidade de coisas possível”, lembra.

Na pesquisa, os astrofísicos de Harvard discutiram a possibilidade de que a pressão da radiação solar poderia estar por trás da aceleração do Oumuamua. Se esse for o caso, então o objeto “representa uma nova classe de material interestelar fino, ou produzido naturalmente, ou de origem artificial”, afirmam Abraham Loeb e Shmuel Bialy, autores do estudo.

Segundo eles, o Oumuamua tem um formato de panqueca.

“Considerando uma origem artificial, uma possibilidade é de que o ‘Oumuamua’ seja uma vela solar, flutuando no espaço interestelar como detrito de um equipamento tecnológico avançado", explicam os pesquisadores.

A tecnologia de vela solar pode ser utilizada para transporte de cargas entre planetas ou entre estrelas, conforme afirmam os cientistas. No primeiro caso, lançamentos dinâmicos vindos de um sistema planetário poderiam resultar em detritos de equipamentos que não estão mais em operação. Isso, dizem os pesquisadores, poderia explicar várias anomalias do ‘Oumuamua’, como a geometria pouco comum.

"Velas solares com dimensões parecidas já foram construídas pela nossa civilização, incluindo o projeto Ikaros [no Japão], e a Iniciativa Starshot”, lembram.

A vela solar é o que faria o objeto continuar acelerando em sua trajetória mesmo depois de passar pelo Sol, explica Renato Vicente.

Gif da Nasa com o movimento do Oumuamua. — Foto: Nasa

“O objeto vem de fora do Sistema Solar. É como se fosse passar direto pelo Sol, mas o efeito gravitacional faz com que faça uma trajetória em volta do Sol. Conforme se aproxima do Sol, ele dá uma acelerada conforme perde massa no sentido oposto. O problema é que, quando está indo embora dessa trajetória, começa a perder massa no mesmo sentido, então você espera que ele desacelere. Em vez disso, acelera. A gente não conhece nenhum mecanismo natural que faça isso. Um mecanismo artificial é a vela”, diz.

Segundo a CNN, vários telescópios focaram no objeto por três noites para determinar o que ele era antes que se perdesse de vista.

“Nós tivemos muita sorte de que o nosso telescópio de levantamento do céu estava olhando para o lugar certo na hora certa para capturar esse momento histórico”, afirmou o oficial da Nasa Lindley Johnson no ano passado.

Fonte: G1

terça-feira, 23 de outubro de 2018

China inaugura a maior ponte marítima do mundo

A China inaugurou nesta terça-feira(23) a maior ponte marítima do mundo que, incluindo as estradas de acesso, tem 55 quilômetros de comprimento e custou U$$ 20 bilhões de dólares(equivalente a R$ 73,7 bilhões). Ela liga Hong Kong a Macau e à cidade chinesa de Zhuhai.

A Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, na China, a maior ponte marítima do mundo

A ponte tinha prazo inicial de conclusão o ano de 2016, mas acabou atrasando dois anos por causa da escassez de mão de obra e de materiais de construção.

A falta de segurança também marcou a execução da mega obra, pelo menos 18 trabalhadores morreram na construção.

Ela foi projetada para resistir a tufões e terremotos, em sua construção foram usadas 400 mil toneladas de aço, o suficiente para erguer 60 torres Eiffel.

Cerca de 30 km do seu comprimento total atravessa o mar do delta do Rio das Pérolas. Para permitir a passagem de navios, uma seção de 6,7 km no meio mergulha em um túnel submarino que passa entre duas ilhas artificiais.

As seções restantes são estradas de ligação, viadutos e túneis terrestres que conectam Zhuhai e Hong Kong à ponte principal.


A China construiu a ponte com o objetivo de criar uma Grande Área de Baía, incluindo Hong Kong, Macau e outras nove cidades no sul da China - na esperança de competir com as de São Francisco, Nova York e Tóquio.

A área é atualmente habitada por 68 milhões de pessoas. E a expectativa é transformá-la em uma zona econômica com ênfase em tecnologia, como uma espécie de concorrente ao Vale do Silício dos Estados Unidos.

Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau em frente à Ilha Artificial Oriental em Hong Kong

Mas não é qualquer um que poderá atravessar a ponte, quem quiser atravessá-la terá que obter licenças especiais, distribuídas por um sistema de cotas. E todos os veículos pagam pedágio.

Fonte: G1, via BBC

Navio grego de mais de 2 mil anos é encontrado preservado no fundo do Mar Negro

Pesquisadores encontraram um navio mercante grego de aproximadamente 2,4 mil anos em boas condições de preservação na costa da Bulgária, no que já é considerado o naufrágio intacto mais antigo do mundo.

Navio grego de mais de 2 mil anos foi encontrado no fundo do Mar Negro /
Foto: Black Sea Map/Eef Expeditions/BBC

A embarcação, que tem 23 metros de comprimento, data de 400 a.C. e era usada para fazer o trajeto entre colônias gregas e mediterrâneas pelo Mar Negro.

O leme, bancos e até partes do porão estão praticamente intactos, por uma particularidade das profundezas em que o navio foi encontrado: a mais de 2 mil metros, o oxigênio no ambiente marinho é mínimo, o que permite que materiais orgânicos fiquem preservados por milhares de anos.

O navio só foi descoberto graças a um projeto que usa câmeras feitas especialmente para filmagem em águas profundas - antes usadas na exploração de campos marítimos de petróleo -, acopladas a robôs para mapear o leito marinho.

Os cientistas também ficaram impressionados com o fato de o navio ter grande semelhança com o desenho de uma embarcação que ilustra um vaso da Grécia Antiga, parte da coleção do Museu Britânico.

Datado de cerca de 480 a.C., o vaso mostra Ulisses amarrado ao mastro de seu navio, enquanto navega pela região das três ninfas marítimas míticas - rezava a lenda que o canto dessas ninfas levava os marinheiros a saltar do navio para a morte.

Navio se parece com embarcação em desenho que ilustra vaso da Grécia Antiga

O Projeto Arqueológico Marítimo do Mar Negro já identificou, em três anos, 67 navios naufragados na mesma região, inclusive embarcações mercantes da era romana e um navio cossaco do século 17.

No caso do navio grego recém-descoberto, um veículo operado remotamente (ROV, na sigla em inglês) com câmeras acopladas obteve imagens 3D da embarcação e coletou uma amostra para que os acadêmicos pudessem identificar quando o naufrágio ocorreu.

A descoberta ocorreu a 80 km da cidade búlgara de Burgas. A carga transportada pelo navio ainda é desconhecida, e a equipe do projeto diz que será necessário financiamento para voltar a operar no ponto exato do naufrágio.

Fonte: G1, via  BBC