domingo, 26 de agosto de 2018

Cinco filmes brasileiros que valem a pena assistir

Os brasileiros não gostam muito de assistir filmes nacionais, dizem que filmes brasileiros não prestam, pode até ser que a maioria seja lixo, mas há muitos que valem a pena assistir, veja abaixo cinco deles:

Abril Despedaçado

Imagem de Rodrigo Santoro em Abril Despedaçado

Esse filme tem como protagonista Rodrigo Santoro, que interpreta Tonho, um jovem que vive no sertão nordestino com sua família, que tem uma rixa com uma família rival, ele terá que vingar a morte de seu irmão mais velho morto pela família rival, mas Tonho sabe que se fizer isso será perseguido e terá pouco tempo de vida. O filme se passa em 1910 e conta um pouco das rixas familiares no sertão nordestino em um tempo em que as coisas eram resolvidas na bala. Foi lançado em 1 de maio de 2002 e é dirigido por Walter Salles.

O Cangaceiro

O Cangaceiro

O Cangaceiro foi lançado em 1997 e conta a história de um quarteto amoroso entre um cangaceiro, sua mulher, que é apaixonada por um de seus  homens, que por sua vez se apaixona por uma moça de uma família de um prefeito que foi sequestrada e que ele tentará libertá-la. O filme é um remake do clássico do cinema nacional O Cangaceiro, produzido nos anos 50. Tem em seu elenco nomes como Luíza Tomé, Paulo Gorgulho, Othon Bastos e Otávio Augusto.

O Shaolin do Sertão´

O Shaolin do Sertão

O Shaolin do Sertão conta a história de Aluízio Li, um aficionado e alienado por filmes de artes marciais que vive no interior do Ceará nos anos 80, ele vê seu mundo lúdico e inocente em xeque quando um lutador profissional aposentado resolve desafiar todos os valentões da cidade. Foi lançado em 13 de outubro de 2016

O Auto da Compadecida

O Auto da Compadecida

O filme mostra as aventuras de João Grilo(Matheus Nachtergaele) e Chicó(Selton Mello), dois nordestinos pobres que vivem de golpes para sobreviver. Eles estão sempre enganando o povo de um pequeno vilarejo no sertão da Paraíba, inclusive o temido cangaceiro Severino de Aracaju, que os persegue pela região. Somente a aparição da Nossa Senhora poderá salvar esta dupla. Foi lançado em 15 de setembro de 2000.

Hans Staden

Imagem do filme Hans Staden

Esse ótimo filme nacional conta a história de Hans Staden, um explorador alemão que foi capturado por índios tupinambás no século 16 e quase foi devorado. Foi lançado em 1999.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Mulher foi atingida por raio duas vezes e sobreviveu

Já imaginou qual a probabilidade de ser atingido por um raio, com certeza as chances são muito pequenas e ainda menores seria ser atingido duas vezes e ainda por cima exatamente um ano após ser atingido pelo primeiro raio, mas isso aconteceu com a americana Beth Peterson, de 49 anos, ela compartilhou sua história em uma reportagem da BBC:


"A chuva encharcou minhas botas e meu coração bateu forte no peito quando um raio partiu uma árvore a 50 metros de mim. Não houve avisos, exceto pelas nuvens negras que cobriam o céu.

Antes que eu pudesse buscar abrigo, um forte raio de luz me atravessou e me jogou a uma distância de mais de 9 metros, sobre um piso de concreto.

Sentia cada centímetro de mim ardendo, ardendo com eletricidade, me matando. Então, tudo ficou escuro.

Eu tinha 24 anos, era soldado do Exército em Fort Benning, na Geórgia. Naquela noite, eu estava inspecionando munições em um depósito com um colega. Ele tentou me reanimar, mas foram os paramédicos que me ressuscitaram depois que o raio - que subiu pelos meus pés, atravessou meu corpo e saiu pela minha boca e cabeça - fez meu coração parar de bater por um curto período.

Quando cheguei ao hospital, os médicos ficaram surpresos com o fato de eu ter sobrevivido. Eu estava semiconsciente, me perguntando se alguém havia disparado ou atirado um explosivo contra mim.

Não podia falar porque minha mandíbula estava quebrada. Não conseguia entender o que me diziam por causa de uma lesão cerebral grave. Não conseguia andar porque os vasos sanguíneos dos meus pés estavam completamente destruídos.

Estava feliz por estar viva, mas minha vida havia mudado para sempre.

Fiz 12 cirurgias para reconstruir minha mandíbula e os dedos dos meus pés foram amputados.

Lentamente, reaprendi a ler, escrever, falar e caminhar - no começo usava muletas e depois, quando fiquei mais forte, passei a usar os músculos do abdômen para manter o equilíbrio.

Me sentia impotente, mas, a cada sinal de recuperação - como falar o alfabeto e completar operações matemáticas básicas - renascia a esperança.

Além de enfrentar a reabilitação física, fui diagnosticada com um transtorno de estresse pós-traumático e tive que me tratar com um psicólogo.

Beth Peterson foi atingida por dois raios e sobreviveu

Exatamente um ano depois do dia em que fui atingida por um raio, estava em casa, porque ainda não podia trabalhar, observando a chegada de uma tempestade. Meu psicólogo havia me encorajado a enfrentar meus medos e a não me esconder em casa durante tempestades - por isso, tomei coragem e fui até a varanda.

De repente, senti tudo de novo. A mesma luz, o mesmo ardor agonizante. Fui atirada para dentro de casa, onde meu namorado, David, correu para o meu lado. Antes de perder a consciência, estava convencida de que ia morrer.

A cada ano, mais de 4 mil mortes no mundo são causadas por raios e, aparentemente, as chances de ser atingindo por um raio nos Estados Unidos é uma em 700 mil (no Reino Unido, é de 1 em 10 milhões e no Brasil, de 1 em 1,5 milhão).

Mas não tenho ideia de quais são as chances de uma pessoa ser atingida por dois raios, na mesma data, com um ano de diferença. Nem deve haver essa estatística.

O segundo raio não me feriu fisicamente tanto quanto o primeiro. Como ainda estava em recuperação, os médicos não puderam estimar com precisão a extensão dos danos desse segundo golpe.

Meus dias passaram a ser um fluxo constante de visitas a hospitais e clínicas de reabilitação. Vivia com medo, obcecada por nuvens, chuvas e relâmpagos, examinando o céu constantemente.

Quatro meses depois do segundo raio, já havia recuperado força suficiente para voltar a caminhar usando uma bengala. David, meu namorado, e eu decidimos nos casar. No ano seguinte, tivemos um filho, Casey.

A cada cirurgia, a cada sessão de reabilitação, eles eram a fonte de alegria que me ajudou a superar tudo.

Já se passaram 25 anos e ainda sinto dores. Pode parecer estranho, mas quem já passou por uma amputação vai entender: a dor realmente não vai embora, mas você aprende a conviver com ela.

Ao invés de me concentrar em coisas ruins, faço palestras para outros pacientes com transtorno de estresse pós-traumático e dor crônica.

Em 2013, escrevi um livro sobre como usar a dor para ser mais forte. Os raios podem ter mudado minha vida de uma forma irremediável, mas também me deram um novo propósito: ajudar aos outros.".

Fonte: G1

sábado, 30 de junho de 2018

O desastre de Hindenburg

Em 6 de maio de 1937 uma das maiores obras de engenharia do século 20 acabou em um grande desastre, o dirigível LZ 129 Hindenburg pegou fogo no ar quando se preparava para pousar na base naval de Lakehurst, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

O gigante Hindenburg pegando fogo no ar

O gigante dirigível Hindenburg viajava de Frankfurt, na Alemanha, com destino a Nova Jersey, Estados Unidos, e levava a bordo 97 pessoas, dos quais 61 tripulantes e 36 passageiros, além de uma cachorra.

O gigante dirigível Hindenburg
O Hindenburg sobrevoando Nova York

Um simbolo da engenharia nazista alemã, o dirigível Hindenburg tinha 245 metros de comprimento e 41 metros de largura e podia viajar a uma velocidade de até 135 quilômetros por hora. Era preenchido por 200 mil metros cúbicos de hidrogênio, que é um gás inflamável.

Hindenburg

O desastre

Os três dias de voo entre Frankfurt e Nova Jersey ocorreram sem problemas, mas quando o dirigível se preparava para pousar começou a pegar fogo na cauda e se espalhou rapidamente consumindo o dirigível em menos de um minuto.


O desespero tomou conta dos passageiros e muitos se jogaram de lá de cima, mas a maioria esperou que o dirigível tocasse o chão para saírem.


Apesar do desastre, das 97 pessoas que estavam a bordo 62 sobreviveram, 35 morreram, além de um homem que estava no chão, a cachorra que estava a bordo também morreu.

A causa

Até hoje ninguém sabe ao certo o que aconteceu, mas uma das explicações mais aceitas é a de que o fogo foi iniciado por uma faísca causada pela energia estática acumulada na lona por conta do atrito com o ar. Testemunhas disseram ter visto sinais de algo errado com o dirigível cerca de 25 minutos depois de o Hindenburg iniciar o procedimento de pouso, uma espécie de aura brilhante começou a ser notada na traseira da aeronave, e a suspeita é de que se tratava de energia estática acumulada ou o início do incêndio propriamente dito.

O desastre de Hindenburg encerrou a era dos dirigíveis na aviação comercial de passageiros.

Veja um vídeo do desastre de Hindenburg aqui.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Sentinela do Norte, o povo mais isolado e perigoso do mundo

Se você gosta de conhecer novas culturas tome cuidado pois algumas são muitos hostis e não gostam de contato com visitantes, jamais se aproxime de Sentinela do Norte, uma ilha no arquipélago de Andamão, no Oceano Indico, na Índia, lá vive o povo mais isolado e perigoso do mundo, eles rejeitam todo e qualquer contato que seja com outros povos e agem com extrema violência contra quem ousa se aproximar da ilha.

Habitantes da Ilha de Sentinela do Norte

O povo que vive em Sentinela do Norte habita a ilha a cerca de 60 mil anos e são conhecidos há séculos, mas ninguém conseguiu contato com os habitantes da ilha, que não permitem ninguém se aproximar.

Os sentinelenses são o povo mais isolado do mundo

No século 18, um navio mercantil ficou preso num banco de areia junto à ilha e todos os 106 tripulantes foram atacados pelos habitantes de Sentinela do Norte, mas sobreviveram graças às operações de resgate organizadas pouco depois.

Armados com arco e flechas eles não permitem que ninguém se aproxime

Após o tsunami ocorrido em 2004 o governo da Índia enviou equipe em helicóptero para avaliar a situação na ilha, mas foram recebidos com flechadas e pedradas.

Quase ninguém conseguiu contato com esse povo hostil e
 muitos dos que conseguiram pisar na ilha foram mortos

Mas houve quem tenha conseguido contato com os sentinelenses, como são chamados. Em 1991, a antropóloga indiana Madhumala Chattopadhyay conseguiu estabelecer um breve contato após várias incursões à ilha, mas o projeto acabou sendo suspenso para proteger a tribo. Depois dessas tentativas, a população local voltou a se fechar e, desde então, nunca mais permitiu qualquer aproximação de “forasteiros”.

Madhumala Chattopadhyay foi uma das poucas pessoas a ter contato com os habitantes de Sentinela do Norte

Devido ao comportamento hostil da tribo a visitantes o governo da Índia estabeleceu um perímetro de segurança de três milhas ao redor da ilha para que ninguém se aproxime.

Localização da Ilha de Sentinela do Norte no Oceano Indico

Em 2006 dois pescadores resolveram desrespeitar o perímetro de segurança e foram até a ilha, mas acabaram mortos pela tribo. O último incidente envolvendo o povo de Sentinela do Norte ocorreu em Novembro de 2018, quando um missionário americano foi até a ilha e ao desembarcar recebeu uma chuva de flechas e morreu, ele foi até a ilha tentar evangelizar os habitantes.

A inexplorada ilha de Sentinela do Norte

Como não permitem contato sabe-se pouco sobre os habitantes da ilha de Sentinela do Norte, apenas que andam nus e que usam armas de pedra e madeira, o que lhes valeu a alcunha de “povo da Idade da Pedra”. Existe também a possibilidade de que sejam canibais, já que os povos que habitavam outras ilhas do arquipélago usavam ossos humanos como bijuterias, mas sem contato com esse povo nada pode ser comprovado.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Quatro lugares para conhecer no Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul é sem dúvida um dos mais belos estados brasileiros, lá há inúmeros lugares que deixam qualquer um encantado, mas nem todos conhecem a beleza desse lugar, por isso fizemos essa pequena lista com quatro lugares para conhecer no Rio Grande do Sul.

Aparados da Serra

Cânion Itaimbezinho no Parque Nacional de Aparados da Serra

Que tal conhecer o Parque Nacional de Aparados da Serra, um belíssimo lugar com cânions, rios e cachoeiras, é um dos lugares mais encantadores do Rio Grande do Sul.

Porto Alegre

Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul

Mas não dá pra querer conhecer o Rio Grande do Sul e não conhecer sua capital, Porto Alegre tem diversas atrações que vão fazer você se apaixonar pela cidade, lá poderá conhecer lugares como o seu centro histórico, o mercado público, passear no Parque da Redenção, dentre outras coisas.

Serra Gaúcha

Um cânion na Serra Gaúcha

Na Serra Gaúcha você vai se encantar com as belíssimas paisagens e com as cidades de Gramado e Canela. Gramado é um famoso destino de inverno brasileiro e Canela é outro, ambos tem belissímas atrações como vista para cânions e cachoeiras, como a Cascata do Caracol, que tem 120 metros de altura, mas a Serra Gaúcha é muito mais do que isso, belas paisagens é o que não faltam.
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Salto do Yucumã

Salto do Yucumã, a cachoeira mais larga do mundo

O Salto do Yucumã é a maior queda d'água longitudinal do planeta, ou seja, a cachoeira mais larga do mundo, com incríveis 1.800 metros de largura e uma média de 20 metros de altura. Localiza-se no município de Derrubados.